quinta-feira, julho 09, 2015

A fama e o desastre em cinco minutos: Alexandre Pato e Riascos


       A noite futebolística de quarta-feira em Brasília teve dois protagonistas, mas, com destinos diferentes. Um foi para banco de reservas ao ser substituído vaiado, ou melhor, xingado, e o outro fora elogiado pelos veículos de comunicação. Nessa rodada Pato se deu bem jogando como falso camisa 9. Aos 12 minutos do primeiro tempo abriu o placar. Aos 15 minutos deu dois belos chapéus no meio de campo, e aos 17 minutos deu uma assistência para Michel Bastos marcar 2 x 0. Fraco o cara não? Já o Riascos... Perdeu em cinco minutos três chances claras de gols no segundo tempo da partida. Aos 11 minutos isolou a bola cara a cara com o goleiro do tricolor. Dois minutos mais tarde, novamente decepcionou. Evidente que poderia se redimir aos 
16 minutos, mas, a noite não era do fraco atacante colombiano, bola na arquibancada. Se vale uma piada aqui, fica por conta do símbolo da chuteira do jogador: CR7. Infelizmente para os vascaínos só a chuteira lembra o craque português Cristiano Ronaldo, porque o futebol está bem longe.



        Ontem preferi assistir a partida pela TV Bandeirantes e não me arrependi. Faltando três minutos para terminar a transmissão eis que surge uma crítica construtiva pelo narrador da emissora. O Estádio Mané Garrincha que fora construído para atender aos jogos da Copa do Mundo do Brasil em 2014 encontra-se em negligência governamental. A construção custou aproximadamente 1 bilhão de reais e nem o elevador do estádio funciona, e há pouco mais de um ano está sob moscas varejeiras. Talvez pelo forte futebol de Brasília ninguém imaginou que isso iria acontecer. Somente o padrão FIFA fora aplicado, nada mais.