quinta-feira, janeiro 28, 2016

Departamento médico do Palmeiras é um dos mais falhos do Brasil

Foto: César Greco - Agência Palmeiras
Não tenho dúvidas para afirmar isso. Muda ano, competições e a rotina de lesões permanecem a mesma na Sociedade Esportiva Palmeiras. 

E o tão almejado padrão de jogo da equipe nunca é o mesmo. Há sempre improvisos para tapar buracos. Depois, o culpado é o pobre técnico que não sabe montar uma equipe decente.

Estrutura de trabalhos físicos não é o problema do Palmeiras. Agora, se há estrutura e os jogadores vivem bichados é sinal de que alguma coisa está errada no clube. 

Chego até questionar dizendo: será que eles realmente realizam testes físicos antes de assinarem contratos com novos jogadores ou até repatriados? Parece que eles gravam apenas algumas imagens dos jogadores correndo no conhecido teste ergométrico para falarem que foi realizado um check-up. 

Falou em departamento médico, falou em Valdivia, não tem como. Uma coisa leva a outra. Agora se tem outro cara que substituiu o chileno, esse se chama Cleiton Xavier – o novo encostado do departamento médico do Palmeiras.

No ano passado, a perda mais sentida no esquema tático do Palmeiras certamente foi o jovem Gabriel que veio do Botafogo. Nem digo Cleiton Xavier, esse daí é chinelinho, aprendeu bastante com Valdivia. Antes tivesse aprendido a técnica do mago, mas o que aprendeu mesmo foi como ganhar fácil, fácil uma bela fortuna.

Há poucos dias, o alviverde perdeu o recém chegado, Edu Dracena. Quando isso vai mudar? Não sou nenhum hipócrita e sei que o futebol é uma profissão de contato. Lesões acontecem e fazem parte do jogo, mas no Palmeiras parece que os caras são meras peças de porcelanas. Caiu no gramado, quebrou.

Ou o departamento médico quer mostrar que estão sempre trabalhando e que teoricamente são colaboradores indispensáveis no clube ou estão mostrando que são incompetentes. Falta apenas Paulo Nobre enxergar que mudanças são válidas e que o departamento médico do clube está precisando disso.