sexta-feira, março 18, 2016

Grupo do Corinthians é um dos mais fracos da Libertadores


O torcedor corintiano que me desculpe, mas estaria enganando se estivesse dizendo o contrário. Não sejamos hipócritas ou clubistas. Ora, sejamos honestos: o grupo 8 é um dos mais fracos desta primeira fase da Copa Bridgestone Libertadores. Para o Corinthians, o bicho pega mesmo na próxima fase.

Se analisarmos os times que compõem o grupo do Corinthians é de se imaginar que o Cobresal do Chile disputa a Copa Bridgestone Libertadores como se fosse um ‘Torneio de Verão’, e com pouca, ou nenhuma responsabilidade. A equipe é de pequeno porte. Tem 36 anos de bagagem futebolística e disputa pela segunda vez o torneio continental, mas até agora não somou nem se quer um pontinho e nem deve somar.

O Cerro Porteño é uma equipe com mais história. Tem 103 anos e faz jus a sua origem: um verdadeiro cavalo paraguaio. Já disputou 38 edições da Copa Libertadores da América, mas nunca se quer passou da semifinal do torneio continental – isso sem dizer que em duelos contra times brasileiros os paraguaios costumam, na maioria das vezes, perder o jogo. Vale dizer também que eles estão sempre prontos para um bate cabeça.

O Santa Fé também nunca passou da semi e disputou até hoje 10 edições – convenhamos – o futebol apresentado pela equipe de Bogotá contra o Corinthians mostrou inferioridade ao futebol do Timão, entretanto, desde 2013 vem dando trabalho aos seus adversários. É preciso atenção especial com esses caras.

Não sou hipócrita e reconheço que o elenco do Corinthians e o técnico Tite têm seus méritos próprios. De nada adianta ter um grupo fácil se os jogadores do clube não honrarem a camisa que vestem – isso os corintianos estão fazendo e por sinal muito bem, diga-se de passagem.